Informação e conhecimento nunca são demais, vale a penar assistir ao vídeo e conhecer a Visão 360º do Eiki Batista.
Curiosidade: Quando custa para produzir o dinheiro, confeccionar as cédulas e moedas?
Acabei de ler uma notícia curiosa no portal InfoMoney, quanto o governo gasta para produzir as moedas e céludas, abaixo o texto na integra.
Uma moeda de R$ 0,05 custa aos cofres públicos R$ 0,21 para ser produzida – mais de quatro vezes o seu valor de face -, enquanto as de R$ 0,10 custam R$ 0,25. A informação é do diretor de Administração do Banco Central, Altamir Lopes, que falou com jornalistas nesta segunda-feira (23), durante divulgação dos resultados da pesquisa que avaliou a qualidade e a durabilidade das cédulas em circulação no Brasil, além da taxa de entesouramento das moedas.
De acordo com Lopes, as moedas de R$ 0,01 custavam R$ 0,16 para serem produzidas – elas deixaram de ser fabricadas em 2004. As de R$ 0,25, por sua vez, custam R$ 0,34 aos cofres públicos. Já as moedas de R$ 0,50 custam R$ 0,31 e as de R$ 1 custam R$ 0,39.
Durante a entrevista, Lopes ressaltou a importância de colocar as moedas em circulação e não deixá-las por muito tempo guardadas. “O ‘cofrinho’ é importantíssimo para educação financeira. É uma das primeiras lições que os pais passam aos seus filhos. Mas é importante que os pais passem para as crianças a importância de levar de tempos em tempos essas moedas para o banco, para preservar o poder de compra”, disse Lopes, ressaltando também que a falta de troco também prejudica comerciantes e consumidores.
Valor das cédulas
Em relação ao valor de face, o custo de produção das cédulas é proporcionalmente menor. De acordo com Lopes, uma cédula de R$ 2 custa R$ 0,16 para ser produzida. A de R$ R$ 5 custa 0,21, enquanto a de R$ 10 custa R$ 0,25.
A produção das cédulas de R$ 20, por sua vez, custa R$ 0,34, e as de R$ 50 custa R$ 0,31. Por fim, as de R$ 100, custam R$ 0,39 para serem produzidas.
De acordo com o chefe do Departamento do Meio Circulante do BC, João Sidney, anualmente, o governo gasta R$ 472 milhões com a produção de moedas. Destes, R$ 377 milhões são derivados do desgaste. “É um valor significativo”, ressalta.
Link para notícia: http://www.infomoney.com.br/financas/noticia/2411098
Quais certificações podem ser realizadas para atuar no mercado financeiro?
Cada vez mais procurado e concorrido o setor financeiro, vem oferecendo boas oportunidades de empregos e carreira para os profissionais interessados em se aventurar.
Além de uma boa formação acadêmica o setor exige certificações especificas para exercer algumas funções, abaixo as principais certificações:
Certificação CFP, Certified Financial Planner
O planejador financeiro Certified Financial Planner – CFP® é um multiespecialista, com visão estratégica e conhecimentos de administração de investimentos, gerenciamento de riscos, previdência complementar, seguros, planejamento financeiro, fiscal e sucessório Custo: R$ 800,00, possui 4 modulos.
Maiores informações em http://www.ibcpf.org.br/PlanejadorFinanceiro/O-que-
Certificação Profissional ANBIMA – Série 10 (CPA-10)
A CPA-10 destina-se aos profissionais que desempenham atividades de comercialização e distribuição de produtos de investimento diretamente junto ao público investidor em agências bancárias. É também direcionada aos profissionais das Cooperativas de Crédito que necessitam ser certificados para desempenhar suas atividades. Custo: R$ 190,00
Certificação Profissional ANBIMA – Série 20 (CPA-20)
A CPA-20 é direcionada aos profissionais que desempenham atividades de comercialização e distribuição de produtos de investimento diretamente junto aos investidores qualificados, bem como aos gerentes de agências que atendam aos segmentos de alta renda e investidores institucionais. Esses profissionais devem demonstrar conhecimento dos produtos de investimento e seus fatores de risco. Custo: R$ 250,00
Certificação de Gestores ANBIMA – CGA
A CGA é direcionada aos profissionais que desempenham atividade de gestão remunerada de recursos de terceiros, possuindo poderes para tomar decisões de investimento. A atividade de gestão pode ser realizada via veículos coletivos de investimento como fundos e clubes de investimento ou individualmente via carteiras administradas. Custo: R$ 500,00
Certificação Especialista de Investimento ANBIMA – CEA
A CEA destina-se aos profissionais que assessoram investidores em seu planejamento de investimentos, podendo atuar em agências bancárias ou plataformas de investimento, sem possuir carteira de clientes. O especialista de investimentos atua junto a clientes ou gerentes de contas, fazendo suas recomendações para alocação de recursos em produtos dos mercados financeiro, de capitais e de previdência complementar aberta, de acordo com o perfil do investidor detectado no processo de suitability (análise do perfil do investidor). Custo: R$ 400,00 por módulo. Possui dois módulos.
Maiores informações em http://portal.anbima.com.br/produtos-e-servicos/certificacao/Pages/certificacao.aspx
Agente Autônomo de Investimentos
O Agente Autônomo de Investimento é a pessoa física ou jurídica autorizada pela CVM – Comissão de Valores Mobiliários a intermediar entre a corretora e o cliente, desde que tenha um contrato e informe no sistema da CVM. Custo R$ 280,00.
Maiores informações em http://www.ancord.org.br/Website_Ancord/paginas/educacional_certif_aai.html
PQO (Programa de Qualificação Operacional) BM&FBovespa
Programa que estabelece requisitos operacionais e administrativos mínimos, bem como sugestões de melhores práticas na atuação das intermediadoras da BM&FBOVESPA. O propósito central é fortalecer o setor de intermediação, permitindo maior ocupação de espaços, melhor exploração das oportunidades internas e externas, especialização e posicionamento da indústria de intermediação no padrão internacional de qualidade. Custo: R$ 80,00.
Maiores informações em http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/a-bmfbovespa/pqo/ProgramaDeQualificacaoOperacionalPQO.aspx?idioma=pt-br
CNPI – Programa de Certificação Nacional APIMEC
CNPI tem como objetivo de elevar os padrões dos profissionais de investimento brasileiros a níveis internacionais. Para obtenção da certificação o profissional deve ser aprovado nos seguintes exames:
CB – Conteúdo Brasileiro – fase comum para o analista fundamentalista, técnico e pleno.
CG1 – Conteúdo Global 1 – fase para o analista fundamentalista.
CT1 – Conteúdo Técnico 1 – fase para o analista técnico.
Custo: R$ 1.460,00 para não associados.
Maiores informações em http://www.apimec.com.br/Apimec/show.aspx?id_canal=502&id_materia=1408
Investidores em bolsa vem diminuindo a 10 meses, qual será o motivo?
Ontem depois de ler uma notícia que informou que o número de investidores pessoa física na Bolsa teve queda no mês de marco e vem caindo desde maio de 2011, fiquei pensando os motivos que podem levar a essa queda.
O que será que está de errado, uma vez que os esforços para divulgar esse mercado são enormes. Quem não recebe ao menos um e-mail por semana com publicidade a respeito de investimentos em ações, convites para assistir a uma palestra, curso relacionado entre outros apelos utilizado para divulgar a modalidade. Isso sem contar os esforços da própria BM&FBovespa para divulgar e promover o investimento em ações nas principais mídias nacionais além de eventos regionais.
O ponto principal é que muitos procuram iniciar o investimento em ações sem ter definido o objetivo e principalmente um prazo para as aplicações. De forma geral percebo que as pessoas buscam investir por que ouviram falar que é bom ou o amigo investe, enfim está na “moda”. Mas é muito raro alguém procurar investimentos com uma agenda já definida buscando maximizar sua qualidade de vida presente e principalmente garantir a qualidade de vida futuro, utilizando-se dos investimentos não como um fim de ganhar dinheiro, mas como um meio de acumular capital, se proteger da inflação e tentar garantir uma rentabilidade compatível com sua agenda de objetivos e sustentável pelo mercado.
Outro fator intrínseco no anterior causado pela falta de planejamento é o imediatismo do ser humano, as pessoas iniciam seus investimentos no mercado de ações, com a ideia de que no próximo ano o seu capital estará multiplicado no mínimo por duas vezes ou mais. Isso “não existe”, a bolsa é investimento de longo prazo, e quando digo longo prazo não estou dizendo um ou dois anos como muitos pensam a respeito de longo prazo.
Ganhos extraordinários trazem consigo riscos extraordinários, isso ninguém pensa quando inicia, mas não tem jeito o mercado de ações vive de altos e baixos, principalmente no curto prazo. Um exemplo foi o inicio de 2012, muitas mídias anunciaram que esse seria o ano da bolsa, mostraram estudos e estatísticas que “comprovavam” a afirmação. Mas hoje a realidade por enquanto é outra, a Bolsa ontem fechou no patamar inferior do que inicio o ano, ou seja quem iniciou os investimentos em janeiro provavelmente está com perda financeira, e se o dinheiro investido tinha planos de serem gastos ainda no primeiro semestre de 2012 a preocupação e o desespero já tomam conta do individuo. Esse é um forte candidato a sair frustado da bolsa e manter crescente a fuga dos investidores.
Não há fórmula mágica e investimento ideal, antes de iniciar qualquer aplicação procure entender os motivos que estão fazendo você postergar um consumo imediato, quando encontrar valores que realmente trarão qualidade de vida e bem estar para você e sua família, como educação dos filhos, aposentadoria, uma bela viagem, a troca do carro, aquisição da casa própria, enfim você precisa descobrir a o real e verdadeiro motivo, sei que não será fácil mas pode apostar que seus investimentos se iniciaram muito mais sólidos e fatores imediatistas não terão muita importância para você.
Caso não consiga desenvolver sozinho essa agenda para a qualidade de vida, não se preocupe esse é o grande desafio, mas para ajudar nesse processo hoje em dia está cada vez mais comum a figura do Planejador Financeiro na famílias Brasileiras, então convido-o a bater um papo sem compromisso algum e descobrir como juntos podemos encurtar o caminho a ser percorrido dessa dura jornada.
Link para notícia da queda dos investidores: http://www.infomoney.com.br/financas/noticia/2397492
Tem dúvidas sobre garantia estendida dos produtos?
Entrevista concedida ao Valia em dia sobre garantia estendida, segue o texto na integra.
Ainda que tenhamos cuidado com os produtos eletrônicos, muitas vezes eles apresentam problemas após o período de cobertura da garantia. Pensando nisso, algumas empresas oferecem a garantia estendida, uma forma de seguro pago pelo consumidor.
Essa garantia é regulamentada pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), e consiste na manutenção do produto adquirido após o vencimento da garantia legal. Em geral, esse seguro cobre defeitos funcionais (problemas elétricos ou mecânicos) e deve incluir também mão de obra e peças necessárias para o conserto do aparelho. Os principais produtos que fazem parte da garantia são eletrodomésticos, eletroeletrônicos, equipamentos de informática, celulares e aparelhos fitness, podendo englobar também em alguns casos, relógios e móveis.
Para não desperdiçar dinheiro, antes de adquirir uma garantia estendida o consumidor deverá ficar atento a alguns termos contratuais. O produto só estará segurado naquilo que estiver devidamente descrito, podendo ter cobertura somente para determinados defeitos. Portanto, leia o contrato com atenção antes de assinar e avalie a real necessidade de contratar esse seguro, para não ter problemas ao invés de soluções.
“As maiores complicações relacionadas à garantia estendida são o não cumprimento do contrato, empecilhos para realizar o serviço e demora em resolver os problemas”, informa a advogada Andrea de Oliveira.
De acordo com a Superintendência de Seguros Privados, desde janeiro de 2008, os brasileiros gastaram quase R$ 2,1 bilhões em planos de garantia estendida, enquanto os aparelhos quebrados somaram R$ 197 milhões, menos de 10% de ocorrência.
Para mais informações sobre o assunto, acompanhe a entrevista com o Planejador Financeiro, Leonardo Gazini.
Valia em Dia: Vale a pena pagar pela garantia estendida?
Leonardo Gazini: Antes de tomar essa decisão precisamos entender que, ao adquirir uma garantia estendida, estamos apenas fazendo uma apólice de seguro. A garantia estendida não será fornecida pelo fabricante do produto, mas sim por uma corretora de seguros, que poderá contemplar apenas alguns defeitos do produto. A decisão de contratar ou não depende principalmente do valor do produto. Para aparelhos de valor agregado como televisores de última geração, poderá sim valer a pena a contratação se o seguro não ultrapassar 15% do valor total do bem.
Valia em Dia: Quais cuidados devem ser observados antes de adquirir esse seguro?
Leonardo Gazini: Muitos acabam pagando pelo seguro com a expectativa de encontrar a mesma garantia oferecida pelo próprio fabricante, mas quando vão utilizar, acabam encontrando dificuldades. Portanto, é importante observar as cláusulas da apólice e verificar os itens cobertos, como problema ocorrido devido a chuvas e raios intensos, queda do equipamento, entre outros. Essa é uma boa forma de avaliar o custo e benefício da contratação.
Valia em Dia: Em que caso a garantia estendida é necessária?
Leonardo Gazini: Na compra de produtos de maior valor agregado. Mas a principal dica é não fazer um seguro muito extenso, para três anos, por exemplo, como geralmente é oferecido. É melhor optar pelo período de um ano. Caso necessário, também é interessante renovar a garantia junto à seguradora. Isso porque se o equipamento der problema no primeiro mês após o término da garantia do fabricante apresentando a necessidade de ser trocado, o novo equipamento recebido não terá a garantia estendida já paga para dois anos, por exemplo. Neste caso, a pessoa pagou por dois anos, mas utilizou o serviço por apenas um mês, não podendo usá-lo novamente.
Fonte: http://www.nucleodaideia.com.br/valiaemdia/index.php/2012/02/garantia-estendida/
O que é HFT (High Frequency Trading) no mercado de ações?
Pouco popular no Brasil a ferramente para Alta Frequência de trades ou os conhecidos robôs de negociação rápida ainda tem pouca participação no mercado de ações Brasileiro.
Em 2011 o volume gerado pelo chamado HFT fechou o ano representado em 9,3%, muito baixo em comparado com o Estados Unidos que tem em torno 70% de toda negociação movimentado pelos HFT.
O maior desafio para as operações automáticas por algoritmos matemáticos fica por conta da liquides do mercado. Não há como programar um algoritmo com baixa liquidez.
Nesse sentido a BM&FBovespa já vem adotando medidas como a implantação do formador de mercado para as opções desde 2011 e o desconto progressivo dos emolumentos (custo cobrado pela BM&FBovespa para negociação). A tabela de desconto por ser conferida no link: http://www.bmf.com.br/bmfbovespa/pages/boletim1/bd_manual/programa-de-incentivo-para-HFT.asp
Sem dúvida os esforços são cada vez maiores para popularizar e dar as melhores condições ao investidores da BM&FBovespa.